Ilha do Governador completa 455 anos e se destaca na história do Rio de Janeiro

Por Marcelo Faria

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Descoberta em 1502 por navegadores portugueses. Antes de ser doada por Mem de Sá ao sobrinho Salvador Correa de Sá, que foi o segundo governador do Rio – daí o nome da localidade, ela já se chamou Ilha de Paranapuã, Ilha do Mar, Ilha dos Maracajás, Ilha do Gato, Belle Isle e Ilha dos Sete Engenhos.

O Portal Sambrasil Turismo e Cultura – Portal de Notícias, Entretenimentos e Empreendimentos sobre toda a cadeia produtiva do Turismo e da Cultura, do insulano jornalista Marcelo Faria, destaca a importância turística, cultural e histórica do primeiro “bairro” instituído na Cidade do Rio de Janeiro.

O nome Ilha do Governador surgiu somente a partir de 5 de setembro de 1567, quando o Governador Geral do então Estado do Brasil (e interino da Capitania do Rio de Janeiro) Mem de Sá doou ao seu sobrinho, Salvador Correia de Sá (o Velho), Governador e Capitão-general da Capitania Real do Rio de Janeiro de 1568 a 1572), mais da metade do seu território. Correia de Sá, futuro governador da capitania, transformou-a em uma fazenda onde se plantava cana-de-açúcar, com um engenho para produção de açúcar, exportado para a Europa nos séculos XVI, XVII e XVIII.

No século XIX, o Príncipe-Regente D. João utilizou o seu espaço como coutada para a caça. Segundo a tradição, conta-se que a Praia da Bica recebeu este nome por causa de uma fonte que costumava servir de banho ao jovem príncipe D. Pedro, mais tarde D. Pedro I (1822-1831). O desenvolvimento da Ilha do Governador, entretanto, só ocorreu a partir da ligação regular da ilha com o continente, efetuada por barcas a vapor com atracadouro na Freguesia desde 1838. Mais tarde, outros atracadouros foram construídos no Galeão e na Ribeira, integrando a área à economia do café e à atividade industrial (produção de cerâmica).

No século XVII, as duas sesmarias foram, por sua vez, divididas. As terras das fazendas Tubiacanga, Itacolomi, Flecheiras, Galeão e São Bento foram doadas aos beneditinos, que iniciaram a criação de aves e porcos, o cultivo de verduras e de frutas, além de produtos da base alimentar dos índios, como o milho, a mandioca e o inhame. A eles se deve, também, um aumento considerável na produção açucareira. Para fazer escoar tamanho volume de mercadorias, indispensáveis ao abastecimento da capital, o movimento das embarcações se intensificou. Entre o fim do século XVIII e o início do século XIX, surgiu, ainda, um novo fator de valorização da ilha: a fabricação de peças de porcelana, a partir da argila pura, extraída do Morro da Cruz.

Três anos depois de aportar na cidade, em 1808, d. João VI decretou a criação de uma “coutada real” na ilha, que era um modelo europeu de área destinada à caça esportiva. Dois anos mais tarde, os monges beneditinos mandaram construir, em suas terras, um palacete para o soberano. A partir da segunda metade do século XIX, foram instaladas indústrias para o fabrico de tijolos e telhas, como a Fábrica de Produtos Cerâmicos Santa Cruz, localizada na Fazenda da Conceição, atual Jardim Guanabara, e, também, fábricas de formicida, para combater as saúvas, bastante prejudiciais à agricultura.

Apesar da importância econômica da região, foi só a partir da ligação com o continente, por meio de barcas a vapor, primeiro na Freguesia (1838) e, mais tarde, nos atracadouros do Galeão e da Ribeira, que se conseguiu implementar, de fato, o desenvolvimento econômico.

No início do século XX, os bondes chegaram à Ilha, efetuando a ligação interna de Cocotá à Ribeira (1922), percurso estendido posteriormente até ao Bananal e a outros pontos. Também é neste século que se instalam as unidades militares: a Base Aérea do Galeão, os quartéis dos Fuzileiros Navais e a Estação de Rádio da Marinha, época em que o bairro se constituía num balneário para a classe média da cidade do Rio de Janeiro.

Em 23 de julho de 1981, através do Decreto nº 3.157, do então prefeito Júlio Coutinho, ao tempo do Governador Chagas Freitas, o bairro da Ilha do Governador foi oficialmente extinto e transformado nos seus atuais quinze bairros oficiais.

Marcos históricos da Ilha – Promoção do Turismo Religioso

A primeira igreja a ser edificada na Ilha do Governador é a Paróquia Nossa Senhora d’Ajuda, erguida entre 1710 e 1741. Tombada em 1938, pelo então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, esteve fechada para reformas após um incêndio na década de 70. Na década de 80, um novo templo foi erguido e a igreja antiga (Tombada pelo IPHAN) tornou-se, o Santuário de Nossa Senhora da Ajuda. Atualmente existe um forte movimento para restauração do Santuário.

Mais um templo de relevância é a Igreja da Sagrada Família, também conhecida como Igreja do Morro do Ouro, construída em 1913 pelos franciscanos. O símbolo da ordem está presente, até hoje, na fachada da igreja.

A Capela Imperial Nossa Senhora da Conceição, situada na Praia da Bica, no Jardim Guanabara, pertencia à Fazenda da Conceição, e ela só foi doada pelo capitão André de Barbosa Cirne à Arquidiocese do Rio de Janeiro cerca de 150 anos depois.

Para o jornalista Marcelo Faria a Ilha do Governador é mais que o lugar que reside; “- A Ilha tem seus encantos próprios, mesmo com os problemas que existem em qualquer lugar populoso, principalmente dentro de uma metrópole como o Rio de Janeiro, a Ilha ainda é um recanto extremamente aprazível de se viver. Tenho 54 anos, sou Insulano, um admirador apaixonado e incondicional da Ilha do Governador.”.

O jornalista Marcelo Faria fincou raiz na Ilha do Governador desde criança, aos 8 anos, quando a família mudou-se para o bairro em 1977, oriundos do município de Nilópolis, onde o jornalista nasceu. Boa parte da sua formação escolar/acadêmica e religiosa aconteceu na Ilha, estudou nos colégios Padre José de Anchieta, Eduardo Gomes e Mendes de Moraes, fez catecismo e recebeu o Sacramento da Comunhão na Igreja São Sebastião, o sacramento do Crisma recebeu quando criança em Nilópolis, já a sua formação religiosa, formou-se em Mater Eclesie, foi na Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro.

O profissional apaixonado por samba e pelo jornalismo juntou suas paixões e criou o Portal de Notícias Sambrasil – www.sambrasil.net – Maior Portal de Notícias, Entretenimento, Pesquisas e Referências sobre o Mundo do Samba, estabelecendo a redação do portal, no bairro Pitangueiras, onde foi criado e reside até hoje.

Conheça os 15 bairros que integram a XX Região Administrativa – Ilha do Governador

Bancários

O nome se refere ao conjunto habitacional construído pelo extinto Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB), nas décadas de 1940 e 1950. Na segunda metade do século XX, o Barão de Capanema, que implantou o serviço de telégrafo no país, era o mais ilustre morador do bairro. Ele vivia numa chácara situada entre a Freguesia e a Praia de Olaria, em frente a um morro que foi batizado em sua homenagem: o Morro do Barão. Na década de 1960, se estabeleceu no local o Estaleiro Ilha S.A. (Eisa). A principal comunidade do bairro é o Parque Proletário dos Bancários.

Cacuia

Em língua indígena, a palavra significa Morro da Cuia. No século XIX, existiu na região a Fazenda São Sebastião, que explorava a cal feita de conchas de mariscos e a extração de saibro. Em 1871, a propriedade foi vendida à Marinha Brasileira, que instalou no local um depósito de munições e uma escola de aprendizes. Quando ocorreu a Revolta da Armada (1893), durante o mandato do presidente Floriano Peixoto, foi ali que se concentraram os piores confrontos contra os rebelados.

Devido à riqueza arqueológica representada pelos sambaquis, um decreto municipal de 1993 transformou o manguezal encontrado no bairro em Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana – Aparu do Jequiá. Dentro da reserva fica a colônia de pescadores Almirante Gomes Pereira, conhecida como Z-10, em local cedido pela Marinha aos moradores já em 1920. No bairro fica, também, o Cemitério da Cacuia, que tem 110 anos de funcionamento.

O Grêmio Recreativo Escola de Samba União da Ilha do Governador, agremiação que desfila na Sapucaí, no  carnaval do Rio, surgiu no bairro, em 1953.

Cidade Universitária

A Cidade Universitária se originou da união de sete ilhas, devidamente aterradas, ao redor da Ilha do Fundão, que era a maior delas. Ali se instalou o principal campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na década de 1950, que hoje concentra grandes polos de pesquisa, incubadoras de empresas e o maior centro de ensino e pesquisa em Engenharia na América Latina. A Comissão Nacional de Energia Nuclear, o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras, o Centro de Pesquisas da Eletrobras e o Centro de Tecnologia Mineral têm importantes laboratórios de pesquisa instalados na Cidade Universitária.

Cocotá

Para os indígenas, o termo significava “roça”. Também teve o nome de Praia da Olaria, dada a produção de artefatos de cerâmica na região. Mais tarde, foi aterrada para a construção da maior área de lazer da Ilha do Governador: o Parque Poeta Manuel Bandeira, inaugurado em 1978. Em Cocotá está preservada a Estação de Bondes Santa Cruz, de 1922.

Freguesia

Na área histórica, existia a Freguesia de Jorge de Sousa, conhecido como O Velho, que possuía um engenho onde construiu uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Ajuda, de pé até hoje. Situada ao norte do bairro, uma imensa extensão verde pertence à Marinha. Existe, ainda, o Centro de Atendimento Psicossocial Ernesto Nazareth, que teve crucial importância na erradicação da febre amarela do Rio de Janeiro, no início do século XX.

A Praia da Guanabara é um ponto importante de lazer da comunidade e tem vista privilegiada para a baía e para a Serra dos Órgãos, onde se destaca o Dedo de Deus. No fim da praia, há uma estátua no formato de um felino, colocada na Pedra da Onça em 1920. Conta a lenda que um gato-do-mato, semelhante a uma onça e chamado pelos temiminós de maracajá, teria morrido no local, depois de esperar, em vão, o retorno de sua dona, que teria se afogado.

Galeão

O nome tem origem no Galeão do Padre Eterno, embarcação construída em 1665 e considerada, após a travessia até Lisboa, a maior do mundo. Era nessa região que ficava a próspera fazenda dos monges beneditinos. Na Ponta do Galeão, muitos anos mais tarde, entrou em funcionamento a pioneira Fábrica Nacional de Aviões, que produziu em série o primeiro modelo brasileiro – o Muniz 5. Outras indústrias aeronáuticas chegaram a fabricar aeronaves civis e militares, em parceria com empresas estrangeiras, como a Fokker, da Holanda, e a Wulf, da Alemanha. Do Galeão, saíram os primeiros Correios Aéreos Navais, em 1935.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a região se tornou uma movimentada base da Força Aérea Brasileira, servindo de campo de pouso para a rota internacional de aviões. Em 1949, depois de quase 30 anos de instalação da aviação naval na localidade, o ministro Salgado Filho expandiu a Base do Galeão, projetando a ponte que liga a Ilha do Governador à Avenida Brasil. O uso residencial do bairro se restringe às vilas dos militares, que também mantêm uma reserva florestal. Na orla, conhecida como Tubiacanga, existe uma colônia de pescadores e diversos restaurantes de frutos do mar.

Jardim Carioca

Em 1929, foi implantado o projeto de arruamento e de loteamento do bairro, em uma área que pertencia à Companhia Geral de Habitações e Terrenos. Um dos grandes pontos de encontro, na época, era a Praça Manguetá, onde ficava um coreto construído em 1936, que reunia multidões no carnaval. O primeiro shopping center da Ilha do Governador fica no Jardim Carioca: é o Ilha Plaza Shopping, inaugurado em 1992. No trecho entre a Estrada do Galeão e a Estrada do Dendê, existem três morros: Fundo da Grota, do Dendê e do Guarabu.

Jardim Guanabara

Em 1903, a Companhia Lavoura e Colonização, de São Paulo, mais tarde renomeada como Empresa Cerâmica Santa Cruz, adquiriu do coronel Elias Antônio de Moraes a antiga Fazenda da Conceição. A empresa se tornou a maior fornecedora de tijolos para as obras de Rodrigues Alves, presidente da República entre 1902 e 1906. O primeiro projeto de urbanização do Jardim Guanabara se deu com a Companhia Imobiliária Santa Cruz. Em 1936, foi inaugurado o bairro nobre, de ruas sinuosas e construções de alto padrão.

Moneró

As terras pertenciam ao fazendeiro italiano Francisco Moneró. O bairro surgiu como loteamento Jardim Ipiranga, em 1955, mas os moradores só se referiam ao lugar como Moneró, o que fez prevalecer esse nome na oficialização do bairro, em julho de 1981. No Natal de 1976, a prefeitura inaugurou lá a Praça Papai Noel, com jardins, mesas para jogos e brinquedos. Nos anos 1980, foi criado um corredor esportivo ao longo da Avenida do Magistério, na Praia do Dendê, com quiosques, quadras polivalentes e calçadão para caminhadas e para a prática do ciclismo. Duas décadas mais tarde, o espaço ganhou pistas de skate, anfiteatro, bicicletário e aparelhos de ginástica. Na Praia da Rosa, onde está situado o Governador Iate Clube, que desde 1958 se dedica aos esportes náuticos e ao futebol, há trechos remanescentes de manguezal.

Pitangueiras

O nome do bairro deriva de língua indígena e significa “afogado”, não tendo qualquer relação com a árvore frutífera, inexistente na região. Em 1920, houve a construção de um pequeno forte na Ponta do Tiro, onde foram colocados um canhão e o mastro de uma bandeira. Os primeiros loteamentos datam da década de 1940.

Portuguesa

Em 1961, a Companhia Imobiliária Santa Cruz construiu, ali, o Jockey Clube Guanabara. Mas a restrição do presidente Jânio Quadros às corridas de cavalos levou o empreendimento a fracassar. O espaço, então, foi aproveitado pela Associação Atlética Portuguesa, que criou o Estádio de Futebol Luso-Brasileiro, inaugurado em outubro de 1965. Em 2005, uma parceria entre a Petrobras, o Botafogo e o Flamengo ampliou as instalações, cuja capacidade passou para um público de 30 mil torcedores, e o estádio foi rebatizado de Arena Petrobras.

Após alguns anos com muitas dificuldades administrativas e financeiras, o clube vem passsando por uma grande reformulação e o futebol do Lusinha, vem enchendo os insulanos de orgulho e recentemente quase alcançou o acesso para a Série C do Campeonato Brasileiro, fazendo uma grande campanha.

Praia da Bandeira

A região era conhecida como Praia da Tapera. O loteamento da Companhia Territorial da Ilha do Governador começou em 1931. Nos anos 1950, a Indústria de Água Mineral Fontana, instalada há uma década na área, inaugurou a única estação de águas da cidade, batizada de Parque Fontana. O nome do bairro tem origem na bandeira hasteada no forte da Ponta do Tiro.

Ribeira

A Fazenda da Ribeira, do século XIX, deu nome ao bairro. Foi ali que, em 1914, se instalaram a Shell e a Esso. Nos anos 1920, a Companhia de Melhoramentos da Ilha do Governador colocou em circulação o bonde elétrico, com linha entre a Ribeira e o Cocotá, o que permitiu a integração com o transporte marítimo na ponte de atracação de barcas, na Ribeira.

Tauá

A palavra indígena significa “barro vermelho”. A urbanização começou a partir da década de 1930. A Igreja de Santo Antônio, de 1939, passou por uma reforma em 2001. Na localidade está situado o Morro do Dendê, que ganhou o nome porque os migrantes nordestinos, na ocupação da região, nos anos 1940, encontraram no local uma plantação desse tipo de coqueiro.

Zumbi

Na tradução do termo indígena para a língua portuguesa, significa “os quadris femininos”. O nome foi dado devido ao formato sinuoso da praia. É um dos bairros mais antigos da Ilha do Governador. Registros históricos indicam que, entre 1872 e 1877, já existia uma pequena companhia de teatro particular na localidade. Em 1900 começou, ali, a ser publicado o primeiro jornal de bairro, chamado O Suburbano. Além do Parque Almirante Sousa e Melo, o Zumbi conta, também, com outras opções de lazer, como o Jequiá Iate Clube, de 1919 – o clube já teve um time de futebol, que na época se chamava Jequiá Football Club, com o qual disputou o Campeonato Carioca de 1936.

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