ADAPTAÇÃO TEATRAL DO LIVRO DE ANDRÉA PACHÁ, “A VIDA NÃO É JUSTA”, CHEGA AOS PALCOS DIRIGIDO POR TONICO PEREIRA

PROJETO IDEALIZADO POR EDUARDO BARATA ESTREIA NO PRÓXIMO DIA 31/03, NO SESC
COPACABANA, COM DOIS ÍCONES DAS ARTES CÊNICAS: LÉA GARCIA E EMILIANO QUEIROZ,

AMBOS COMPLETAM 70 ANOS DE TRAJETÓRIA ARTÍSTICA.

Mais de dezoito mil audiências e uma sentença: A VIDA NÃO É JUSTA. Foi assim que surgiu a
inspiração para o título do livro de Andréa Pachá, lançado em 2012. Dez anos depois, em um
projeto idealizado pelo produtor Eduardo Barata, ganha dramaturgia de Delson Antunes e
direção de Tonico Pereira. “A VIDA NÃO É JUSTA” estreia no próximo dia 31, para uma curta
temporada até 24 de abril, sempre de quinta a domingo, às 20h, no Teatro Mezanino do SESC
Copacabana. O elenco, além de Léa e Emiliano, é formado por Duda Barata, Lorena da Silva,
Marta Paret, Bruno Quixotte e Daniel Dias da Silva. “Me senti muito prestigiado com o
convite do Barata. É um enorme prazer trabalhar com atores do gabarito do Emiliano e da
dona Léa, eles sabem mais do que eu! Basta seguí-los que eu sei que dará tudo certo,
tamanha sensibilidade e experiência. Nos ensaios às vezes fico de espectador e feliz de
usufruir dessa experiência”, revela o diretor.
“A gente pode viver grandes guerras, pode viver grandes hecatombes, mas no final o que
define a nossa vida são essas pequenas questões que acontecem entre o nascimento e a
morte. Como é que a gente ama, como é que a gente se relaciona, como é que a gente lida
com a perda? Essas questões são as questões que me interessam, e que nos interessam
como humanidade, interessam para o teatro. E é por isso que conflitos, aparentemente tão
banais, acabam despertando tanto interesse, porque eles falam de quem nós somos”, afirma
Andréa. “No livro, há vários temas que se repetem, então busquei escolher casos que
dessem ao texto uma maior variedade de conflitos, de forma que as pessoas possam se
identificar mais”, pontua Delson.

Em 2016, o livro composto por 35 contos foi adaptado para a televisão e apresentado em um
quadro no Fantástico, com Glória Pires interpretando a juíza. Para a versão teatral foram
escolhidas 8 histórias, além do prólogo: CASAMENTO NÃO É EMPREGO // QUEM CUIDA
DELE? // TEM COISA QUE NÃO SE PERGUNTA // MOLHADINHA 25 // O QUE OS OLHOS NÃO
VEEM // SAGRADO É UM SAMBA DE AMOR // MAS EU AMO AQUELE HOMEM… //
RECONCILIAÇÃO. “O trabalho de dramaturgia do Delson Antunes é de sintonia fina com a
Pachá, e para nós realizadores práticos, atores, diretor não foi difícil captar o que eles
queriam transmitir com o texto”, explica Tonico.
Única atriz brasileira a ter trabalhado num filme que recebeu um Oscar, Léa Garcia, Dama do
Teatro e da história da dramaturgia brasileira, coleciona mais de 80 trabalhos no cinema,
televisão e teatro. O longa de produção francesa “Orfeu Negro” (1959), vencedor da
categoria de melhor filme estrangeiro, contou com músicas inéditas de Tom Jobim. Léa
também participou do espetáculo que deu origem ao filme, “Orfeu da Conceição” (1956), de
Vinícius de Moraes, que estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro com cenário de Oscar
Niemeyer. Em “A VIDA NÃO É JUSTA”, a atriz ,que interpreta quatro personagens diferentes,
comenta o convite inicial para dar vida à “Molhadinha 25”, uma mulher que comete
adultério virtual: “eu me interroguei, afinal sou uma senhora de 89 anos, mas eu me lembrei
que sou uma atriz e a Molhadinha apareceu.” Além disso, Léa se diz satisfeita de ser
convocada para papéis versáteis que não levam em consideração sua idade ou cor de pele,
“recentemente só me chamavam para fazer Mãe de Santo ou mulher preta – agora foi para
fazer, simplesmente, uma mulher.”
Emiliano Queiroz começou aos 14 anos, no rádio. Aos 17 pegou carona num caminhão e foi
do Ceará para São Paulo, onde chegou a fazer pequenos papéis em peças como O Pagador
de Promessas, de Dias Gomes, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Lenda da era do
rádio e veterano do teatro, da TV e do cinema, o ator completa 70 anos desde sua estreia
nos palcos, e conta com mais de 120 personagens interpretados. O ator recebeu com alegria
o convite de Eduardo Barata para participar da peça. “Precisava me exercitar. Não gosto de
me sentir enferrujado. Foram dois anos que fiquei parado pela pandemia.” Sobre o diretor,
Emiliano divide uma curiosidade, “não encontrava o Tonico há mais de trinta anos, desde
quando ele me substituiu na primeira montagem de A Ópera do Malandro.”
A atriz e assistente de direção Marta Paret comenta sobre os personagens: “São todos muito
ricos e diferentes. Na separação, enfrentam um momento em comum de ruptura, no qual
devem encarar as consequências de suas escolhas para o resto da vida.” A estreante Duda
Barata explica como a direção de Tonico a ajudou a superar os desafios de interpretar vários
personagens: “Eu sou uma pessoa muito racional, e isso às vezes acaba por atrapalhar. O
Tonico me balanceia, ele domina os sentimentos de forma maestral, suas dicas são pontuais
e certeiras.” O ator Bruno Quixotte fala sobre nervosismo de dividir o palco com Léa Garcia:
“Ela e o Emiliano são dois baluartes do teatro, o maior desafio é entrar em cena sem uma
devoção em relação a eles, e estar de igual para igual”. “Sou cearense, o Emiliano é uma
referência para mim. Parar para escutar é a melhor aula que a gente pode ter!”, revela o ator
Daniel Dias da Silva.
A Justiça será acionada como tema central do espetáculo, com a função de solucionar
conflitos, mas também de lembrar que “a felicidade não é um direito, muito menos uma
obrigação. Compreender nossa humanidade nos faz mais responsáveis pelo nosso destino”,

nas palavras da autora. Nesta encenação teatral, propõe-se um jogo no qual os atores e os
personagens se revezam, ora na tarefa de vítima, ora na função de acusado, trazendo para a
reflexão temas como diversidade, igualdade, justiça, respeito, tolerância e conflitos
relacionais. “Cada ator vive mais de um personagem, dessa forma, o figurino se torna um
elemento central para que o público reconheça de imediato essas mudanças”, comenta a
figurinista Fernanda Fabrizzi. Ao longo do espetáculo, quase todos os atores estão no palco
durante todo o tempo, seja em cena com a juíza, ou fora de foco, onde acontecem as trocas,
no próprio palco. “Os atores usam uma roupa neutra base e ao longo da peça adereços vão
se sobrepondo ao figurino, dependendo do personagem”, explica Fernanda.
Dois componentes fundamentais para o espetáculo são a iluminação e o cenário, criados por
Paulo Denizot: “A peça explora o absurdo que a realidade é, e a luz acompanha esse
caminho, um falso realismo absurdo. Ela busca enfatizar os dramas que as pessoas passam,
dando plasticidade e dinâmica para a peça.” E sobre o cenário expõe que “é mais abstrato,
manequins são usados para falar da massa humana e das relações das quais somos parte. A
sociedade nos coloca em arquétipos, procuro de maneira prática e poética trabalhar essa
massa que se encaixa em personagens da vida real.”
“As escolhas foram feitas a partir do entendimento de cada história contada. A música é uma
personagem ativa durante toda a narrativa e faz uma ligação dramatúrgica entre cada cena,
despertando nos atores e no público ‘emoções baratas’, aquelas que tocam na memória e
são extremamente populares, causando identificação imediata”, comenta Máximo Cutrin,
responsável pela trilha sonora. Segundo ele: “as músicas com vozes femininas, e em sua
maioria brasileiras, são uma grande referência também. Afinal, o texto foi escrito por uma
mulher e a maior parte do elenco é composta por mulheres. E o teatro, sendo uma arte
feminina, nada mais pertinente que a trilha musical ser embalada por elas.”
O amor acaba, divórcios acontecem, investigações de paternidade são necessárias, os filhos
sofrem, reconciliações ocorrem, situações inusitadas e cômicas transformam-se em soluções
e as famílias adquirem novas estruturas. Interpretando a juíza, Lorena da Silva comenta
sobre dar vida a uma personalidade de reconhecimento como Andréa Pachá, “é uma honra e
um barato. Tive a chance de estar com ela antes dos ensaios e receber toda essa energia
para entrar em cena. É um presente.”

O espetáculo é composto por um prólogo e 8 cenas, a juíza (Lorena da Silva) está em todas
as cenas:
PRÓLOGO: Todos em cena
1a Cena: MOLHADINHA 25; com Léa Garcia, Emiliano Queiroz e Bruno Quixotte.
2a Cena: CASAMENTO NÃO É EMPREGO; com Duda Barata , Bruno Quixotte e Daniel Dias da
Silva.
3a Cena: QUEM CUIDA DELE?; com Marta Paret e Daniel Dias da Silva.
4a Cena: TEM COISA QUE NÃO SE PERGUNTA; com Daniel Dias da Silva e Duda Barata.
5a Cena: SAGRADO É UM SAMBA DE AMOR; com Léa Garcia, Bruno Quixotte e Daniel Dias
da Silva.
6a Cena: O QUE OS OLHOS NÃO VEEM; com Duda Barata, Marta Paret e Bruno Quixotte.
7a Cena: MAS EU AMO AQUELE HOMEM…; com Marta Paret, Bruno Quixotte, Duda Barata
e Léa Garcia.
8aCena: RECONCILIAÇÃO; com Léa Garcia e Emiliano Queiroz.

SERVIÇO:
A Vida Não É Justa
Local: Teatro Mezanino – Sesc Copacabana
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana
Temporada: de 31 de março a 24 de abril de 2022
Horários: de quinta a domingo às 20h
Informações: (21) 2547-0156
Bilheteria: Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 9h às 20h; e sábados, domingos e
feriados, das 12h às 20h.
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Capacidade: 80 lugares

FICHA TÉCNICA:
Texto original: Andréa Pachá
Dramaturgia: Delson Antunes
Direção: Tonico Pereira
Elenco:

  • Léa Garcia
  • Emiliano Queiroz
  • Duda Barata
  • Lorena da Silva
  • Marta Paret
  • Bruno Quixotte
  • Daniel Dias da Silva

Cenário: Paulo Denizot e Janaina Wendling
Figurinos: Fernanda Fabrizzi
Iluminação: Paulo Denizot
Trilha Sonora: Máximo Cutrin
Produção e Assessoria de imprensa: Barata Produções

Contato / Assessoria de imprensa:
Barata Produções
barataimprensa@gmail.com

Para utilização deste release na íntegra inserir créditos para BARATA PRODUÇÕES.

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