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NEI LOPES, por Marcelo Faria – Copyright 2017 – Portal Sambrasil / Agência Sambrasil

NEI LOPES, por Marcelo Faria – Copyright 2017 – Portal Sambrasil / Agência Sambrasil
Imagem produzida durante o projeto Artesãos do Samba no Crab Sebrae / RJ

Por Marcelo Faria

Imagem produzida durante o projeto Artesãos do Samba no Crab Sebrae / RJ

Nei Braz Lopes (Irajá, Rio de Janeiro, 9 de maio de 1942), ou simplesmente Nei Lopes, é um compositor, cantor, escritor e estudioso das culturas africanas, no continente de origem e na Diáspora africana. Bacharel em Direito e Ciências Sociais pela Faculdade Nacional de Direito da antiga Universidade do Brasil, atual UFRJ, tem publicada em livro vasta obra toda centrada na temática africana e afro-originada.

Compositor profissional desde 1972, vem desde os anos 90 esforçando-se pelo rompimento das fronteiras discriminatórias que separam o samba da chamada MPB, em parcerias com músicos como o maestro Moacir Santos, Ivan Lins, Zé Renato e Fátima Guedes.

Escritor publicado desde 1981, desde então vem produzindo, além de contos, romances e poesia,  uma vasta obra de estudos africanos, de cunho eminentemente pedagógico, centrada em obras de referência como dicionários e uma enciclopédia.

Ligado às escolas de samba Acadêmicos do Salgueiro (como compositor e membro da Velha-Guarda) e Vila Isabel (como dirigente), hoje mantém com elas ligações puramente afetivas.

Em sua vasta discografia, produziu discos antológicos como: 1985 – O Partido Muito Alto de Wilson Moreira e Nei Lopes (EMI/Odeon), 1996 – Zumbi 300 Anos – Canto Banto (Saci), 2004 – Partido ao Cubo (Fina Flor), 2009 – Chutando o Balde (Fina Flor), entre outros.

Em 2012, recebia o título de doutor honoris-causa concedido pela congregação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e a medalha da Ordem de Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores. Em 2016 veio à luz o “Dicionário da História Social do Samba” (Ed. Civilização Brasileira), em coautoria com Luiz Antonio Simas, ganhador do Prêmio Jabuti, na categoria não-ficção e eleito o “livro do ano” nessa categoria. No primeiro semestre de 2017, Nei Lopes publicou o “Dicionário de História da África: séculos VII-XVI” (Autêntica Editora), em coautoria com José Rivair de Macedo; e tem pronto para lançamento “Nas águas desta baía há muito tempo – contos da Guanabara” (Ed. Record), lançado em setembro.

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