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Filme O Rei do Samba narra a trajetória de Geraldo Pereira

Por Redação

Uma dica sensacional do Portal de Notícias Sambrasil – www.sambrasil.net é o filme o rei do Samba, que narra a trajetória do grande compositor Geraldo Pereira, autor de sambas geniais como: Falsa Baiana, gravada por Gal Costa no LP Gal Fa-Tal (A Todo Vapor), Acertei no milhar, Escurinha, Sem compromisso, Pisei num despacho e Bolinha de Papel.

Geraldo Theodoro Pereira também conhecido como Geraldo Pereira (Juiz de Fora, 23 de abril de 1918 — Rio de Janeiro, 8 de maio de 1955) foi um sambista e compositor brasileiro. Morou no Rio de Janeiro, próximo ao Morro da Mangueira, integrante da extinta escola de samba Unidos de Mangueira e foi amigo de Cartola, também sambista. Inovador da MPB criou o samba sincopado que influenciaria a bossa nova anos mais tarde.

Assista o filme “O REI DO SAMBA” na Página Sambrasil TV: https://sambrasil.net/novo/sambrasil-tv/

O meu cinema é poesia e invenção. Um admirador dos sambas de Geraldo Pereira

Sabe, por suas musicas e letras, cheias de malícia e de intuição criativa, quais foram os grandes momentos deste genial compositor.

Traçar um pequeno retrato cinematográfico de parte da obra e da vida deshttps://sambrasil.net/novo/sambrasil-tv/te mineiro que foi carioca, mulherengo, malandro, brigão é que é o xis do problema.

O Rei do Samba é cine-poema musical popular, que leva para ficção o sonho de uma pequena parte da vida e da obra de um compositor brasileiro chamado Geraldo Theodoro Pereira.

O Rei do Samba é viagem de volta, é o novo descobrindo o antigo que foi novo e revelando-o, aos poucos, nas mãos hábeis de cabrochas ocultas e mães de santo alinhadas na encruzilhada dos incrédulos.

O Rei do Samba é o querebetam secreto das divindades africanas, é ioruba-jeje, vodu elegante de malandras linhas cortadas pelo aço do santo guerreiro no sincretismo da raça afro-brasileira.

O Rei do Samba é a ginga de bamba, na composição moderna e inventiva do samba, no ritmo sincopado do breque ligeiro, no sinuoso corte de uma edição 100% brasileira.

O Rei do Samba é trem de Minas, é bossa nova que leva para o mundo as nossas riquezas, como dizia o poeta Carlos Drumond, “… e ainda dá de pinga a nossa pré-história”.

O Rei do Samba é o barroco, é o limite das formas, é o mineiro, é o descobrimento de uma janela mágica no simples vagão de um trem caipira. É o melhor do samba carioca, não é um só, são muitos, mais de duzentos artistas, todos competentes amadores, uma extraordinária gente, personagens lendários que se envolveram até a alma neste filme de vanguarda popular.

O Rei do Samba é o cinema popular como forma de expressão criativa e cultural. É um filme que dispensou ao povo brasileiro uma atenção única, pois foi feito no nosso seu interior, com ele, por ele e para ele. É o malandro brasileiro sambista Gerson Rosa, que comigo subiu o morro do Santo Antônio, em Minas Gerais, para nunca mais voltar.

O Rei do Samba é ficção, é musical, é sobre a vida e as músicas do genial compositor.

Sobre o Diretor:

“A gnose do gogó”, crítica escrita por Gilberto Felisberto Vasconcellos, sobre o filme “O Rei do Samba” para o jornal “Folha de São Paulo” em 1999.

“… o que chama atenção foi a ausência de atores profissionais, … no filme a vedete é o povo. O filme de José Sette tira leite de pedra, é a ficção da ficção, porque não está baseado em nenhum texto literário, nem tão pouco em letra de música. Nem prosa nem poesia. A imaginação foi a sua única quimera e fonte de filmagem… eis aí diante dos olhos do espectador o específico fílmico, porém alicerçado na memória histórica…”

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