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01- GRES Acadêmicos do Jardim Bangu

Por  Redação

Fotos por Marcelo Faria, Rafael Rios

Suporte Remoto: Jack Costa

 

Enredo: Da Mãe África aos Filhos do Brasil, a Força Ancestral que Atravessa Gerações

Carnavalescos: André Araújo e Ismael Costa

 

SINOPSE DO ENREDO: Da Mãe África aos Filhos do Brasil, a Força Ancestral Que Atravessa Gerações

Nesta noite de folia, o som do batuque dos tambores sagrados e dos atabaques africanos vai ecoar anunciando a chegada, na avenida, do nosso símbolo maior: O “Leão de Xangô”, o “Rei da Selva”.

 

Abençoado pelo axé dos orixás, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Jardim Bangu vai cruzar as águas de Iemanjá, na proteção de Obatalá, até a África, mãe dos primeiros Seres, e nos guiando por uma viagem, no tempo, por este continente onde todos os caminhos nos levam às fontes da terra e às origens do mundo, resgatando nossas origens, trazendo para o nosso carnaval uma história de ancestralidade, de tradição e de preservação das raízes culturais.

 

Chegando ao Brasil, nação mais africana fora da África, vamos até a Bahia onde todos os seus herdeiros plantaram suas raízes, cultuaram suas divindades e preservaram sua cultura. Vamos prestar uma homenagem a grande dama da cultura afro-brasileira, Olga do Alaketu. Uma descendente direta da fundadora do terreiro de candomblé “Ilê Maroialaji”, o famoso “Terreiro do Alaketu”. Um terreiro cuja sucessão de liderança obedece à linhagem sanguínea feminina da família real Arô. As gerações passam e as árvores sagradas permanecem assistindo tudo.

 

A África é um continente com rica diversidade cultural, além disso, a sua história tem forte ligação com a história do nosso país, afinal, muitos africanos desembarcaram aqui no Brasil e trouxeram junto às suas danças, rituais religiosos e costumes. Parte desta cultura africana e desta história está no Brasil. Esta cultura faz parte do nosso país e ajudou a formar uma parcela considerável de nossa sociedade.

 

A principal influência da música africana no Brasil é, sem dúvida, o samba. O estilo hoje é o cartão-postal musical do país e está envolvido na maioria das ações culturais da atualidade. Gerou também diversos sub-gêneros e dita o ritmo da maior festa popular brasileira, o Carnaval.

 

Mas os tambores de África trouxeram também sons e ritmos que percorrem e conquistam o Brasil de ponta a ponta. Além do samba, a influência negra na cultura musical brasileira vai do Maracatu à Congada, Maculelê, Jongo, entre outros.

 

Como brasileiros, devemos ser conscientes de que a história da África e a história do Brasil são intimamente ligadas, e o resgate histórico do continente africano se faz presente neste carnaval.

 

O Atlântico comum nos banha,

Herança comum herdamos,

Sendo filhos, também da mãe África,

Somos todos irmãos!

Axé Brasil!

Axé África!

 

Carnavalescos

Ismael Costa e André Araujo

GRES Acadêmicos do Jardim Bangu

FICHA TÉCNICA

GRES ACADÊMICOS DO JARDIM BANGU 

PRESIDENTE: ANDRÉ SILVEIRA MENDES 

CARNAVALESCO: ISMAEL COSTA E ANDRÉ ARAÚJO 

DIREÇÃO DE CARNAVAL: LUIZ PAULO

DIREÇÃO DE HARMONIA:  JOSÉ GERMANO

PRIMEIRO CASAL: RÔMULO DINIZ E LIVYA BERGMANN

INTERPRETE: LUCAS DONATO 

RAINHA DE BATERIA: DANI SAN’TANNA

COREÓGRAFO DA COMISSÃO DE FRENTE: HUGO LUIZ 

ENREDO: DA MÃE ÁFRICA AOS FILHOS DO BRASIL, A FORÇA  ANCESTRAL QUE ATRAVESSA GERAÇÕES

 

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